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Steven Tyler entrou numa clínica de reabilitação

LOS ANGELES – Steven Tyler, vocalista do Aerosmith, entrou numa clínica de reabilitação para tratar de um vício em analgésicos que ele adquiriu por lidar com lesões durante 10 anos. Tyler diz em um comunicado divulgado terça-feira para as revistas People e Rolling Stone que ele está ansioso para voltar a trabalhar com seus companheiros de banda.

A banda cancelou uma turnê de verão em agosto, depois que Tyler caiu do palco durante uma performance em Dakota do Sul e quebrou o ombro esquerdo.

O Médico Brian Tyler McKeon disse à People que as lesões ortopédicas durante a última década deixaram o rockeiro de 61 anos com dor crônica grave, que vai exigir cirurgias nos joelhos e pés.

A mensagem deixada por Associated Press após o horário comercial para o gerente de Tyler Allen Kovac não foi imediatamente retornada.

Fonte: Yahoo News

KISS: Show de Los Angeles disponível Online

O show completo do KISS em 25 de Novembro de 2009 no Staples Center em Los Angeles pode ser visto usando o Ustream player abaixo. Este foi o primeiro show na web ao vivo para uma das bandas mais emblemáticas do rock como KISS que comemorou no dia 19 de Novembro lançamento das 3 faixas “Guitar Hero Pack”: Modern Day Delilah, I Was Made for Loving You e Lick It Up.

O Kiss escolheu Ustream, a principal plataforma de vídeo ao vivo na web, por ser poderosa em escalabilidade permitindo alcançar uma audiência global de tamanho ilimitado.

A banda queria se conectar com sua legião de fãs que não tiveram a chance de assistí-los durante a etapa norte-americana de seu 35º aniversário com a turnê KISS Alive 35 Tour, em 44 cidades, que continua até 15 de dezembro.

Por 35 anos o KISS abalou todo o mundo lotando os lugares e definindo como um show de rock deve ser. “Esta turnê irá solidificar o nosso lugar na história por ter o mais alto, mais divertido e mais difícil show de rock em toda a música”, disse Gene Simmons.

Fonte completa: Blabbermouth.net

Tradução: Guns n’ Roses Cover Brasil

Membros do Aerosmith preocupados com o retorno às drogas do vocalista

“Steven, nós amamos você. Mas você precisa ficar sóbrio e nós precisamos encontrar um novo vocalista.”

Este parece ser o consenso entre os colegas de banda do frontman do Aerosmith, Steven Tyler, que estão anunciando em alto e bom som que ele voltou a se envolver com drogas.

Steven Tyler and Joe Perry

Steven Tyler and Joe Perry

As alegações, recentemente feitas pelo guitarrista Brad Whitford e pelo baterista Joey Kramer, deram uma esquentada na disputa pública de uma das mais bem sucedidas bandas de Rock’n Roll das Américas.

Tensões foram se acumulando por algum tempo, e foram agravadas por uma conturbada turnê de verão que foi cancelada quando em agosto quando o Tyler com 61 anos de idade caiu no palco e quebrou um ombro.

A gota d’água veio no início deste mês, quando os empresários pessoais do Tyler informaram ao resto da banda que ele queria pegar dois anos de férias por querer trabalhar em alguns projetos solo.

Isto não pegou bem com os colegas de banda, que queriam continuar fazendo turnês e gravações.

Perry, 59, tem falado bastante em entrevistas e no twitter, sobre suas diferenças com Tyler, e disse que o Tyler parou de se comunicar com eles e então decidiram encontrar um novo frontman e continuar sem ele.

Eles também estão preocupados com o estado mental de Tyler.

“Eu suspeito que esteja acontecendo muito mais do que estamos sabendo”, disse Whitford, 57, ao Reuters. “Ele teve um histórico bem documentado sobre o abuso de drogas e eu já tinha ficado desconfiado. Eu não tinha visto ele fazendo isto e não tenho conhecimento pessoal, mas o isolamento e seu comportamento irracinal é um comportamento bem típico de viciados.”

MÁS ESCOLHAS.

Kramer. 59, em entrevista separada, se recusou a falar especificamente sobre o abuso de drogas, mas disse: “ Steven havia feito mas escolhas e ele tinha algumas más influências a redor dele mas eu penso que na maior parte ele mesmo foi seu pior inimigo. Eu apenas espero realmente que o Steven focalize-se em si mesmo e se recupere.”

O porta voz do Tyler disse que ele não está comentando o assunto porque está muito ocupado escrevendo sobre suas lembranças.

Os membros do Aerosmith, não são inocentes em relação as drogas e comportamentos “imorais” em relação a sexo e álcool. Eles foram chamados de “Os bad boys de Boston, quando alcançaram a fama no início dos anos 70 com os hits eternos, “dream on” e “walk this way”

Mas o sucesso veio acompanhado de seus prodígios abusos das drogas e álcool. A banda caminhou para o esquecimento no final da década, as vendas secaram o ambos os guitarristas saíram.

Eles promoveram a volta nos anos 80 depois de ficarem sóbrios. Mas como em quanquer ambiente de trabalho, as tensões existem.

Whitford disse que tem um “polêmico relacionamento” com Tyler por muitos anos.

“Eu só achava muito difícil de conversar com ele” disse Whitford, “Muitas pessoas dizem, Como vão as coisas? Tenha um bom dia! E com o Tyler isto não acontecia. Yeah, é um óltimo dia, de repente tudo vira um drama.”

Kramer disse que gosta do Tyler como um irmão, e se entristece por Tyler não responlder suas mensagens de voz e e-mails. Ele disse que a última vez que tentou ligar para Tyler foi ignorado por ele.

A respeito de encontrar um novo vocalista, os músicos são muito cuidadosos em dizer que não é qualquer um que poderá vestir os sapatos de Tyler. Ainda não há nenhum processo de recrutamento.

“Nenhum de nós se sente na condição de se aposentar e fazer outra coisa”, disse Whitford. “Seria ótimo se pudéssemos encontrar alguém e tocar a vida mantendo vivo também o Aerosmith.”

Ele disse que é possível que a banda pegue a estrada com um nome diferente e reconheceu que poderiam ter um problema legal se Tyler decidir processar a banda pelo uso do nome Aerosmith. (Roger Waters processou sem sucesso seus colegas do Pink Floyd nos anos 80, após a reunião da banda sem ele.)

Kramer espera entrar em turnê no próximo ano para comemorar o 40º aniversário da banda, mesmo que seja uma comemoração vazia sem o energético Tyler emplacando os hits com seu lenço pendurado no pedestal do microfone.

“O que nós podemos fazer? Ficar sentados por dois anos sem fazer nada?”

Fonte: Yahoo News
Tradução: Júlio Matt Sorum

Guns n’ Roses no Chile?

Em Santiago no Chile, além do eminente retorno do Metallica foi cogitado um nome para o próximo ano de 2010: Guns n’ Roses

Após nova reformulação da banda e muitas mudanças, o eterno Axl Rose pode voltar a realizar shows tanto neste final de ano de 2009 quanto para o ano de 2010.

Axl Rose

Axl Rose

A previsão para o turnê latina é para Fevereiro e Março de 2010 conforme os promotores que estão organizando na região.

Os fãs aguardam ansiosos por uma divulgação do site oficial do Guns N’ Roses confirmando as novidades!

Notícia completa: Terra

Os membros da banda Aerosmith ficaram sabendo pela Internet que o vocalista Steven Tyler está saindo da banda

Yahoo Music publicou que os membros da banda Aerosmith ficaram sabendo das intenções do front man Steven Tyler de sair da banda através da internet. “Sobre a saída de Steven, eu não sei nada mais do que vocês sabem. Eu vi pela internet que Steven disse que estava saindo da banda, nada mais que isso.” declarou Joe Perry.

Isso vem meses depois de Tyler falar publicamente que rejeita os relatos de separação da banda seguindo um ano de shows cancelados devido a injúrias e acidentes.

Steven Tyler

Steven Tyler

Perry afirma que a discórdia da banda é devido à falta de comunicação da parte de Tyler. “Ele é famoso por isso, isso é uma coisa com a qual eu aprendi a conviver.” Perry também disse que está determinado a continuar com a banda, mesmo que Tyler se recuse a voltar.

O site que publicou a notícia termina com o seguinte apelo:

“O que você acha, pode o Aerosmith continuar sem o estilo e voz do front man Steven Tyler? Deixe-nos saber sua opinião. Deixe seus comentários.”

Fonte: Examiner

Tradução: Beto Rose

“Não fiquei rico com o Guns N’ Roses”, diz ex-baixista do grupo

Duff McKagan falou ao G1 sobre música e economia.
Ele se apresenta no Brasil em novembro com o Loaded, sua nova banda.

Amauri Stamboroski Jr. Do G1, em São Paulo

Entre os membros da formação original do Guns N’ Roses, o ex-baixista da banda Duff McKagan talvez seja um dos que melhor consegue se afastar da sombra do grupo de hard rock. Além dos inúmeros projetos paralelos, que já incluíram uma carreira-solo, grupos como 10 Minute Warning e Velvet Revolver e participações em discos de amigos e companheiros como Slash, Izzy Stradlin e Mark Lannegan, McKagan também encontra tempo para escrever, com uma coluna sobre música para o site Seattle Weekly e outra sobre economia para o site da revista “Playboy”.

“Eu faço o que gosto, seja como músico, seja escrevendo, seja atravessando a rua. Tem que ser algo autêntico, nada que faça me sentir estranho ou que faça me sentir um ‘vendido’”, explica McKagan por telefone em entrevista ao G1.

Duff McKagan Loaded

Duff McKagan Loaded

Ele vem para o Brasil com sua banda Duff McKagan’s Loaded para se apresentar em novembro no festival Maquinaria, em São Paulo. O projeto liderado por Duff existe desde 1999, e no lugar de tocar baixo, ele fica com a guitarra base e canta. “Para mim é mais fácil tocar guitarra e cantar ao mesmo tempo – não consigo fazer o mesmo com o baixo. Mas tenho sorte de ter contado com uma ótima banda, incluindo o Jeff Rouse, que é um grande baixista”, elogia.

Duff diz também que ele próprio não é um exemplo típico de baixista de hard rock. “Sou diferente de caras como o Ian Hill, do Judas Priest, que fica na dele, só tocando a sua parte. Meu modelo de baixista é Paul Simonon, do Clash, que era o cara mais f… da banda”.

Essa está longe de ser a primeira vez de McKagan no Brasil. Com o Guns N’ Roses esteve duas vezes no país, em 1991 e 1992, e voltou em 2007 com o Velvet Revolver, banda que reunia boa parte dos colegas da época do Guns, com o Stone Temple Pilot Scott Weiland nos vocais.

“Eu tento não criar expectativas quanto aos países nos quais tocamos – eu adoro viajar e sempre tenho boas experiências. Mas a história com o Brasil é incrível. Quando tocamos com o Guns aí em 91, nós não tínhamos ideia do quanto éramos famosos, não acreditamos quando lotamos o Maracanã por dois dias. Os fãs brasileiros são muito apaixonados por rock, e eu tive sorte de tocar para eles”, relembra.

Grunge

Nascido em Seattle, Duff tocou em algumas bandas na cidade no começo da década de 80, incluindo as influentes The Living e Fastbacks. Em 85, aos 19 anos, se mudou para Los Angeles após ler um anúncio sobre uma banda local procurando um baixista – era o Road Crew, grupo do guitarrista Slash.

Eles logo entrariam para o recém-criado Guns N’ Roses, onde permaneceram até 1993 – seu último show com a banda será em Buenos Aires. No meio tempo a cena da sua cidade natal explodiu mundialmente, gerando a onde grunge no rastro do sucesso do Nirvana e tirando o hard rock (ou hair metal) de grupos como o Mötley Crüe das paradas.

“O grunge não afetou o Guns da mesma maneira que as bandas de hard rock da época. Nós éramos uma das maiores bandas do mundo naquele momento, estávamos tocando. Mas eu fiquei com um pouquinho de inveja – eu não precisava ter saído de Seattle para tocar rock!”, lembra Duff.

Ele já disse que “Ainda ama Axl” em outras entrevistas, mas agora se recusa a falar sobre a versão atual do Guns. “Qualquer coisa que eu falasse, para qualquer jornalista em qualquer lugar do mundo logo se espalharia por toda a internet”, se justifica.

Escrevendo

Escrevendo para o “Reverb”, seção musical do Seattle Weekly, ele fala sobre sua carreira, escreve sobre lançamentos e clássicos do rock e até lembra de alguns momentos com o Guns – ele chegou a dar a sua versão sobre a famosa briga com o Nirvana no backstage dos VMAs em 1992, ao lado do ex-baixista do Nirvana e também colunista Chris Novoselic.

“Eu escrevo sobre a minha vida, às vezes estou com saudades dos meus filhos e falo deles. Hoje eu nem sabia sobre o que ia escrever até sentar no computador e começar a digitar”, explica. Os textos de Duff são diretos e agradáveis, dignos de um profissional.

“Eu fui para a faculdade depois do Guns N’ Roses, quando eu já tinha uns 30 anos, e aí comecei a escrever a sério”, conta. Segundo ele, escrever não é só vaidade – ajuda também a pagar as contas. Além do trabalho no Seattle Weekly, ele também mantém uma coluna on-line sobre economia no site da “Playboy” norte-americana chamada Duffonomics.

“Por que não escrever uma coluna sobre economia? Eu me formei em economia na faculdade, estamos passando por uma recessão, a economia está globalizada e eu gosto de observar isso. Eu lembro de estar no Brasil em 1991, acho, e o governo havia acabado de modificar a moeda, cortando alguns zeros. E eu tinha uma nota de 10 mil, e alguém me contou que na verdade ela valia 10 cruzeiros – depois eu descobri que estavam tentando combater a inflação”, recorda.

“É interessante entender como funcionam as diferentes economias do mundo todo. Eu viajo muito e consigo conhecer melhor isso, saber como o mundo está lidando com essa globalização”. Além de pensar em macroeconomia, ele também tenta equilibrar as contas da sua própria banda.

Mercado musical

“O mercado de música é muito diferente de antigamente. Nós tentamos ganhar algum dinheiro fazendo shows, mas nem isso sempre é possível – os caras do Loaded têm outros trabalhos para conseguir se sustentar, assim como eu”, revela. “Cortamos custos, vendemos camisetas e discos nos shows. Indo para a América do Sul, damos sorte se conseguirmos empatar os custos, tentamos fazer uma outra turnê mais lucrativa para tentar compensar uma que não dê tanta grana”, explica.

Refletindo sobre a realidade do mercado musical, Duff fala sobre como as atitudes mudaram. “Você fica torcendo para que uma música sua entre na trilha de um filme, de um comercial, ou que você consiga fazer uma turnê patrocinada. Há dez anos, isso seria ‘se vender’, mas hoje todo mundo faz isso”.

Falando sobre download ilegal, o músico avisa que “nunca roubou nenhuma música pela internet”. “Eu compro muitos discos, e nunca deixei meus filhos baixarem músicas ilegalmente. As pessoas devem baixar alguma música minha pensando, ‘ah, esse cara já tem muito dinheiro’. Bom eu não tenho muito dinheiro – fizemos bastante dinheiro na época do Guns, mas não fiquei rico, tinha vinte e poucos anos. Se fosse hoje, com a minha experiência, tenho certeza que teria ficado com bem mais dinheiro”.

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